google-site-verification: google1ac5e7017d57e39c.html Os Filhos do Dragão: Mlynarczyk


Nome Completo: Josef Mlynarczyk
Data de Nascimento: 20/09/53
Naturalidade: Polónia
Posição: Guarda-Redes
Ano de estreia: 1985/1986
Outros Clubes Representados: Dozamet ( 71/74) ; BKS Stal (74/77) ; Odre Opole (77/80) ; Lodz (80/84) ; Bastia (84/85)

Internacionalizações A: 42 (Polónia)

Épocas no clube: 4
Total de Minutos: 8192
Total de Jogos: 91
Jogos Completos: 89
Jogos Incompletos: 2



Total de Titulos Conquistados no Clube: 7
Taça dos Campeões Europeus: 1
Supertaça Europeia: 1
Taça Intercontinental: 1
Campeonatos Nacionais: 2
Taças de Portugal: 1
Supertaças: 1

ÉPOCAJOGOS COMPLETOSJOGOS INCOMPLETOSTOTAL DE JOGOSTOTAL DE MINUTOSMÉDIA DE MINUTOSGOLOSTÍTULOS CONQUISTADOS
1985/1986170171530380CAMPEONATO NACIONAL
1986/1987191201757370TAÇA DOS CAMPEÕES ; SUPERTAÇA
1987/1988491504545840TAÇA INTERCONTINENTAL; SUPERTAÇA EUROPEIA; CAMPEONATO NACIONAL ; TAÇA DE PORTUGAL
1988/198940436080
HISTORIAL


Carreira

Quando o F.C.Porto apostou em se transformar numa equipa ganhadora à dimensão europeia constatou que tinha de recrutar um guarda-redes experiente. A escolha recaiu sobre Josef Mlynarczyk. Após ter regressado aos êxitos nacionais, e ter perdido a sua primeira final europeia em 1984, o F.C.Porto concluiu que Zé Beto por ter um feitio tão intempestivo como o seu enorme talento, tinha que ter um rival no plantel. Procurou no mercado internacional e encontrou no Bastia um homem que estava insatisfeito, apesar de continuar a ser o "keeper" da Selecção Polaca.



Mlynarczyk chegou ao F.C.Porto no início da época 1985/86, e nessa primeira temporada alternou na baliza com Zé Beto, realizando 15 jogos do Campeonato. No ano seguinte foi adversário de Portugal no Mundial de má memória do México. Foi-se impondo pouco a pouco nas Antas, e na campanha que concluiu com a vitória na Taça dos Campeões Europeus de 1987, após ter perdido a titularidade nas duas primeiras eliminatórias, e no primeiro jogo dos quartos-de-final (a favor de Zé Beto), foi chamado ao onze inicial no jogo contra o Brondby, na Dinamarca. A partir daí não mais regressou ao banco, tendo alinhado na meia-final contra o Dinamo de Kiev, e na final de Viena.



No ano seguinte brilhou ao mais alto nível na Supertaça Europeia, e na Taça Intercontinental no Japão. Neste último jogo, com uma exibição fabulosa debaixo de neve, foi considerado o segundo grande homem do encontro, depois de Madjer. O F.C.Porto encontrara o seu segundo grande guarda-redes estrangeiro após o lendário Siska. Terminou a carreira de forma imprevista devido a uma lesão, fractura de clavícula, contraída num treino, em Setembro de 1988. Continuou ligado ao clube, e ajudou a "construir" o grande guarda-redes que o substituiu, Vítor Baía.
















1 Comentário:

  1. Anónimo said...
    great player

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